DIRETORES DE SECRETARIA INCOMPETENTES E IRRESPONSVEIS

AUTORIA, PESQUISA, REVISO, ORGANIZAO: JOS CARLOS DUTRA DO CARMO.

Este arquivo uma cortesia de JOS CARLOS DUTRA DO CARMO, que sempre tem por filosofia de vida ajudar o prximo da melhor maneira possvel.

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107 CAPTULO.
DIRETORES DE SECRETARIA INCOMPETENTES E IRRESPONSVEIS.

H Diretores de Secretaria que se julgam os donos do mundo e acham que a eles tudo permitido, inclusive avacalhar com o funcionamento normal e eficiente de uma Vara do Trabalho.

s vezes esto com o servio atrasado, com despachos de mais de trezentos processos para preparar (alguns h mais de trinta dias) e mesmo assim se do ao luxo de enforcar o trabalho.

J conheci vrios deles que agiam dessa maneira, em quase todas as sextas-feiras e, no muito raro, filavam os dois ltimos dias da semana. Hipcritas e autoritrios, so os que mais cobram o cumprimento da jornada pelos funcionrios.

Como explicar tanta desdia, irresponsabilidade e incongruncia?

So pessoas tericas e oportunistas, cuja filosofia de vida : faa o que digo, mas no faa o que fao.

D certido, colega!

Era assim que um ridculo ex-Diretor de Secretaria da ento Junta de Conciliao e Julgamento de Ipia respondia aos funcionrios quando lhe informavam que no haviam encontrado determinado processo.

Est pensando, leitor, que era gozao ou brincadeirinha de mau gosto da grotesca figura?!

No, creia-me, infelizmente era a mais pura e cristalina verdade!

As famosas Luluzinhas, que nada queriam com o trabalho, lavravam as absurdas certides, a torto e a direito, sem o menor constrangimento!

Como esse incompetente e irresponsvel funcionrio da Justia do Trabalho conseguiu ser Diretor de Secretaria, ningum sabe. um grande mistrio, at hoje insolvel!

Foi esse mesmo imbecil que me ligou no ano de 2001 pedindo-me que lhe indicasse o melhor advogado de Ipia para defender um parente seu, reclamado numa causa trabalhista que deu entrada na Vara do Trabalho de Ipia.

Ser que o incompetente e obtuso cidado no sabe que proibido ao funcionrio da Justia do Trabalho indicar advogado para quem quer que seja?

Fiquei sabendo e quase no acreditei, no fosse a fonte fidedigna, que um Diretor de Secretaria no sei onde est trabalhando no momento fuma desbragadamente nas dependncias internas da prpria Vara e, inclusive pasme, leitor! at em sua sala de trabalho, com o ar-condicionado ligado!

E ai do funcionrio que lhe fizesse algum reparo. Certamente cairia em desgraa com ele pelo resto da vida!

Esse fato um exemplo tpico de abuso de autoridade. Ser que essa criatura no sabe que h uma lei que probe, terminantemente, fumar em recinto fechado?

Mas nem precisava conhecer a tal lei. Bastava-lhe, to-somente, ter um pouco um pouquinho s! de bom senso, autocrtica e sensibilidade. H uma receita infalvel para esse tipo de atitude e estupidez: ligar o desconfimetro e tomar simancol!

Quando trabalhei na Vara do Trabalho de Guanambi, conheci dois Diretores de Secretaria completamente irresponsveis.

Um, de certa feita, foi para Salvador gerenciar o restaurante da famlia (palavras dele), l permanecendo por um perodo de dois meses.

Quando retornou, com a cara mais cnica do mundo, assinou o livro de ponto como se tivesse trabalhado e tudo continuou como dantes no Quartel de Abrantes.

Ficar uma semana inteira em Salvador por ms?! Para ele era a coisa mais normal do mundo!

Foi esse mesmo Diretor de Secretaria que recebeu dezenas de ofcios cobrando o Boletim Estatstico se no me engano, quando Dr. Ronald Olivar de Amorim e Souza esteve na Presidncia do Tribunal Regional do Trabalho da 5 Regio e, no se sabe estimulado ou protegido por quem, simplesmente ignorou os ditos ofcios (muitos com a observao: URGENTE) por muito tempo, recusando-se a enviar os boletins por vrios meses (provavelmente no sabia prepar-los, pois era muito incompetente).

O outro Diretor de Secretaria ausentou-se da Vara por quase trinta dias, sem dar satisfao a ningum, nem seu paradeiro informava!

E a era aquela situao constrangedora para todo mundo: servidores do TRT ligavam perguntando pelo irresponsvel e ns, funcionrios, no sabamos o que lhes dizer.

At que um dia o sumido Diretor ligou para a Vara e disse-nos que se o Tribunal perguntasse por ele, deveramos responder que estava doente, com pneumonia.

Um belo dia chega o sujeito que no tinha a menor condio de ser Diretor de Secretaria de uma Vara do Trabalho, todo bronzeado, dizendo-nos que estava numa praia prxima a uma cidade do litoral baiano (Prado, BA). Fazendo um gesto obsceno, ainda nos disse: aqui para...!

Da mesma forma como agiu o Diretor de Secretaria mencionado anteriormente, assinou o ponto relativo queles dias em que estava na praia tomando sua geladinha (palavras dele) e tudo ficou por isso mesmo.

Est pensando, leitor, que os abusos praticados por Diretores de Secretaria irresponsveis j terminaram? No, de jeito nenhum!

Imagine que houve um caso mais grave e escandaloso ainda!

H bastante tempo foi Diretor de Secretaria da ento Junta de Conciliao e Julgamento de Ipia uma pea muito rara, um grande gozador! Fazia umas brincadeiras de tremendo mau gosto, s vezes ofensivas, e, como nem sempre as aceitava, dizia aos colegas que eu era mal-humorado.

Era do tipo rabo-de-saia, metido a Dom Juan, que vivia aos beijos e abraos com algumas funcionrias.

Era um escndalo! A mulherada tinha tudo com ele, chegava ao servio e dele saa a hora que quisesse e ainda fazia intervalos de almoo bem maiores que os dos servidores homens. Conseguir liberao para viajar, coincidentemente, na sexta-feira?! Se fosse do sexo feminino, era moleza!

A Secretaria era uma grande baguna, porque cada funcionria falava mais alto que a outra e o permissivo Diretor fingia que nada via, ignorava tudo!

Em determinada sesso, percebendo que a algazarra vinda da Secretaria j estava atrapalhando o andamento da audincia, o Juiz Presidente da poca (que era conivente com toda aquela balbrdia) abriu a porta que dava para a Secretaria e me perguntou: Z Carlos, voc no acha que o Diretor est deixando bagunar demais?!

Respondi-lhe, sem pestanejar: Se me permite, excelncia: as funcionrias podem fazer o que bem quiserem, pois nunca so chamadas a ateno.

O ambiente de trabalho estava to pervertido e desmoralizado que um dia uma servidora, em pleno expediente, foi ao cabeleireiro e de l retornou somente uma hora e meia depois.

Por que os funcionrios ficaram sabendo do hilrio acontecimento?! Ora, pelo visual da servidora! Naturalmente que um penteado com um metro de altura chama a ateno de qualquer um, at de defunto!

Comentava-se que esse Diretor mantinha um caso amoroso com determinada funcionria.

Nada tenho com a vida particular de ningum, mas, dentro da Vara, do nosso ambiente de trabalho, temos, sim, a ver com todos os atos que possam trazer prejuzo de qualquer natureza imagem da instituio. E, sem falso moralismo, nesse caso especfico havia motivos de sobra para nos preocuparmos.

O enlace amoroso do casal durava o dia inteiro e chamava a ateno de todos os servidores, porque a agarrao entre os dois era intensa e demorada. S no percebia nada quem era tolo ou se fazia de desentendido!

Um fato que chamou muito a ateno foi que, num belo dia (para o cara-de-pau e irresponsvel, claro!) porque iria embora para Salvador entrou no quarto onde dormia o magistrado o dito Diretor de Secretaria para arrumar sua pequena mala de viagem.

Juntamente com ele adentrou tambm a servidora com a qual vivia aos beijos e abraos.

E aqui fao uma observao importante. Os atributos fsicos da colega eram invejveis: insinuante, atraente, arrebatadora, cabelos longos, morena com pele cor de canela (at parecia que tomava banho de sol todos os dias), muito bonita, pernas grossas e bem torneadas, traseiro empinado, seios pequenos, corpo escultural (tipo violo), enfim, extremamente sensual!

Imagine que os dois ficaram no quarto, COM A PORTA TRANCADA, por mais de uma hora, marcada no relgio! Que arrumao de mala demorada, hem?! Voc acha que estavam brincando de cabra-cega ou fazendo piquenique?!

Evidentemente que ningum ps os ouvidos no buraco da fechadura para tentar ouvir alguma respirao mais ofegante ou alguns gemidos caractersticos de uma relao sexual.

Contudo, todos os funcionrios da ento Junta de Conciliao e Julgamento de Ipia que no eram bobos nem idiotas sabiam exatamente o que estava acontecendo no interior daquele quarto, transformado, naquela oportunidade, em motel.

O sagrado recanto onde o Juiz repousava quando estava em Ipia, para desfrutar de merecido descanso, aps um rduo dia de trabalho, foi vilipendiado, literalmente, por um Diretor de Secretaria irresponsvel e uma abusada funcionria.

A sorte deles que no havia no local uma cmara de televiso filmando tudo, porque a haveria uma prova robusta e incontestvel contra ambos.

Foi na mesma poca do desleixado Diretor de Secretaria que o marido de uma Oficiala de Justia que nada tinha a ver com a Justia do Trabalho , realizava a maioria de suas diligncias, principalmente as localizadas no meio rural.

A informao me foi prestada por um taxista de Ipia. Ao coment-la com um colega, este virou-se para mim, sem demonstrar qualquer tipo de surpresa, e disse-me: O Diretor da Secretaria sabe de tudo. S no age porque no quer!.

Por essas e outras razes que continuo atnito e inconformado. Por demonstrar excesso de competncia, respeito e seriedade respondi a um inqurito administrativo!

Ser que se fizesse o mesmo que essas criaturas irresponsveis seria demitido por justa causa?! Provavelmente, sim! a velha histria: dois pesos e duas medidas.

A eles, obviamente, nada aconteceu. E sabem por qu? Porque ningum teve coragem de denunci-los. sabido que o Tribunal Regional do Trabalho da 5 Regio, quando toma conhecimento de qualquer irregularidade, pune exemplarmente o servidor faltoso.

Em determinada poca, uma Diretora de Secretaria vinha maltratando seus subordinados e cometendo as mais diversas arbitrariedades. Os funcionrios, ento, recorreram Corregedoria Regional do TRT, se no me engano. Resultado: A Diretora foi afastada e punida com a perda do encargo.

Voltando ao fato, o que sei que os Diretores superirresponsveis, apontados neste tpico, inclusive o Diretor fumante inveterado, continuam na funo at hoje, porque ningum ousou ainda denunci-los. No entanto, torno a dizer: O Tribunal Regional do Trabalho da 5 Regio no permitiria esses absurdos de forma alguma se deles tivesse ficado ciente.

Quando sofri inqurito administrativo, Dr. Ronald Olivar de Amorim e Souza, Presidente do TRT na poca, sugeriu Dra. Terezinha Maria Amorim Ferreira Batista, ento Juza Presidente da Junta, que eu deveria escolher outra Junta para trabalhar.

Como estava em estgio probatrio e morria de medo de perder o emprego, iria at para os quintos do inferno! Assim sendo, fui para a Junta de Conciliao e Julgamento de Guanambi, BA.

Por questo de justia, reafirmo que ningum me obrigou a ir para Guanambi. Dra. Terezinha foi muito sensvel e humana comigo e me deixou claro que me estava transmitindo apenas uma sugesto do Dr. Ronald. Fui para l porque quis.

Alguns colegas gozadores at hoje brincam comigo e me dizem que fui pagar meus pecados na Pedra Preta!

Um registro que no poderia deixar de fazer.

Antes de decidir-me a ir para a Vara do Trabalho de Guanambi, fui a Salvador conversar com Dr. Antnio Carlos Arajo de Oliveira ex-Diretor-Geral do TRT da 5 Regio e atualmente Juiz do Trabalho aposentado , com quem havia trocado correspondncias antes mesmo de ser funcionrio da Justia do Trabalho, para aconselhar-me com ele.

Estive em seu apartamento e fui maravilhosamente bem recebido por ele e seus familiares. Na oportunidade, disse-lhe que estava com receio de ser demitido, por causa do inqurito administrativo ao qual estava sendo submetido.

Diante do meu temor, muito sabiamente, Dr. Antnio Carlos ponderou-me que, pelo fato de estar em estgio probatrio, seria melhor no correr risco e aconselhou-me a concordar com a transferncia para Guanambi.

Incompreensvel e desumanamente, algo muito estranho me aconteceu nas duas primeiras semanas de trabalho naquela Junta.

Quando chegava algum ao balco e eu fazia meno de atend-lo, os outros funcionrios da Secretaria apostavam corrida para chegar antes de mim. Parecia at uma olimpada (de bobos da corte e idiotas, frise-se)!

Foram dez dias de interrogaes em minha cabea e de tortura psicolgica. E ningum me dizia nada, o porqu do comportamento ridculo e covarde de um bando de malucos.

Tempos depois, fui informado por um colega de que o tratamento restritivo que me foi dispensado na Junta aconteceu por ordem expressa do Diretor de Secretaria na poca. E tem mais: que os colegas no deixassem que eu mexesse nas gavetas da Secretaria, porque Z Carlos era considerado uma pessoa muito perigosa!

Perdoe-me, leitor, se estou baixando o nvel, mas no vou revelar-lhe o nome do sujeito que deu ordens to grotescas, absurdas e desleais porque o tipo de pessoa que no honra as calas que veste! Certamente negaria tudo!

Mas lhe digo que o mesmo que ficou alguns meses sem mandar o Boletim Estatstico ao Tribunal Regional do Trabalho da 5 Regio (cumprindo determinao de quem?!) e ficava mais em Salvador do que em Guanambi.

O incompetente, o menino de recado e puxa-saco, de certa feita promoveu, em plena sala de audincia da Vara, uma escandalosa bebedeira, regada a usque, com a presena de pessoas estranhas ao quadro de funcionrios.

O preguioso, medocre e imbecil Diretor de Secretaria ligava de madrugada para a Junta imitando a voz do Dr. Ronald para verificar se os colegas vigilantes estavam acordados. Logo ele, que no tinha moral nenhuma para agir assim porque estava em Salvador fazendo turismo, enforcando mais uma semana de trabalho!

Se soubesse que minha ida para Guanambi me causaria tantos transtornos, e, em especial, aos meus filhos, jamais teria aceitado a sugesto do Dr. Ronald, principalmente se adivinhasse que o inqurito administrativo que sofri seria arquivado. Infelizmente, no tinha bola de cristal!

No que se refere ao estudo dos meus filhos, sempre fui um pai exemplar, graas a Deus. Acompanhava os deveres escolares deles Rejane Zatti Araponga, a Coordenadora de Servio da Vara do Trabalho de Ipia, usaria a expresso dos mesmos no lugar de deles, porque a rainha da palavra mesmo! , corrigia-os e ministrava-lhes mais exerccios do que aqueles que estavam determinados em suas tarefas.

Cheguei ao requinte de comprar duas colees de livros para Marcelo e Tricia: uma da BARSA, para pesquisa (com 42 grossos volumes), que me custou uma nota preta na poca e outra para leitura, infanto-juvenil (VAGA-LUME, com 91 exemplares atualmente, da Editora tica). Por meio de um questionrio que vinha em cada exemplar da segunda coletnea, questionava-os para comprovar se realmente haviam lido os livros.

Enfim, aps minha ida para Guanambi, em termos de atividades escolares, meus filhos ficaram rfos, entregues prpria sorte em Ipia.

A me deles, uma pessoa inconstante e desequilibrada (xingava-os com freqncia), que s falava em ficar rica e vivia dizendo na Junta que os filhos usavam roupas de etiquetas famosas (pura mentira!), no lhes dispensava a mnima ateno nesse sentido, por absoluta falta de interesse e, tambm, porque no tinha a menor competncia para se incumbir dessa tarefa intelectual (afinal, entrou no TRT da 5 Regio pela janela!).

Para agravar ainda mais a situao, as crianas comearam a brigar com freqncia, o que nunca ocorreu com minha presena no lar.

Na condio de pai extremamente dedicado e muito amoroso com meus filhos, meu estado psicolgico assim que cheguei a Guanambi era o pior possvel.

Minha vida e a daqueles a quem mais amava ficou completamente desestruturada. Nesse tempo, fiquei com o corao partido e a alma despedaada. Como sempre fui uma pessoa sentimentalmente muito frgil, de corao mole, confesso-lhe, leitor, sem nenhum pudor, que muitas vezes chorei, pois a saudade dos meus filhos era imensa, dolorosa e insuportvel.

Qualquer pessoa, naquela poca, com um mnimo de sensibilidade, perceberia, claramente, pela minha fisionomia bastante abatida e carregada, o grande sofrimento pelo qual estava passando.

O que me ajudou um pouco a no ficar to amargurado com uma situao que me era por demais adversa que na segunda semana aps ter chegado a Guanambi j estava ensinando Matemtica no melhor colgio da cidade e preparando mais de duzentos jovens para o concurso da Caixa Econmica Federal.

Um idiota, palhao, desumano, covarde e puxa-saco cidado transvestido de Diretor de Secretaria (perdoe-me pela baixaria, leitor!) colocou todos os funcionrios da ento Junta de Conciliao e Julgamento de Guanambi contra mim, sob uma maldita e satnica orientao no sei de quem.

Em certa ocasio, um ex-Diretor de Secretaria da Vara do Trabalho de Ipia afirmou, em uma das Varas do Trabalho de Salvador, que me processaria, caso fosse criticado no livro MINHA HISTRIA NA JUSTIA DO TRABALHO.

Embora seja advogado (formado onde?!), o cidado, parece-me, desconhece totalmente o fato de que, para qualquer ao, pode haver condenao ou absolvio.

Resta-me avisar aqueles que tm por hbito ameaar com processos qualquer pessoa que lhes fira a vaidade de que, se for absolvido o que quase certo , farei publicar a CONCLUSO DA SENTENA numa prxima edio do meu livro. Ser-me-ia uma doce e sublime vingana!

Foi esse mesmo indivduo ridculo, incompetente, injusto e bajulador que discriminava uma colega de cor preta, mandando-a servir cafezinho magistrada da Vara, at ser desmascarado por ela diante de todos os servidores.

Ser que o infeliz e complexado pobre-coitado, deformado no sei em qual universidade, sabe que RACISMO d cadeia?

Depois no me venham os puristas e falsos moralistas falarem que estou sendo drstico e rancoroso! Quem no o seria se tivesse sofrido as mesmas conseqncias que eu nas mos de um inescrupuloso, mau-carter e canalha? Quem for santo, atire a primeira pedra!

INCRVEL, FANTSTICO, EXTRAORDINRIO!

Minha ida para a Junta de Conciliao e Julgamento de Guanambi revestiu-se de uma boa dose de mistrio!

Antes de viajar para l, recebi uma longa e estranha ligao telefnica (em minha residncia) da ento Juza Presidente da Junta, Maria de Lourdes Rizrio Leite Barreto de Arajo, atualmente aposentada.

Tentou me convencer de que era pssimo negcio eu ir para aquela Junta, afirmando-me, inclusive, que no havia encargo l.

No sabia que j naquela poca era considerado um funcionrio que apresentava to alto grau de periculosidade!

No quero desmentir a ex-magistrada, mas havia encargo na Junta de Guanambi, SIM! S que j estava indevidamente ocupado por um sobrinho seu, o maior patilgrafo que j conheci! Ele recebia o encargo de Secretrio de Audincia, mas no exercia a funo.

E nem poderia desempenh-la, porque era muito incompetente: catava milho como digitador e redigia pessimamente. Numa certido com apenas trs linhas cometia vrios erros gramaticais. De vez em quando passava quinze dias em sua cidade (Brumado) e, quando retornava, assinava o ponto como se tivesse trabalhado!