AUTORIA, PESQUISA, REVISÃO, ORGANIZAÇÃO: JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.

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REDE GLOBO DE TELEVISÃO.

AUTOCRÍTICA? ZERO!

95º CAPÍTULO.

REDE GLOBO DE TELEVISÃO.

JORNAL NACIONAL.

JORNAL DA GLOBO.

Os textos abaixo, em itálico, são mensagens críticas que mandei ao pessoal do Jornal Nacional e do Jornal da Globo.

Apesar de terem corrigido muitas falhas que apontei, jamais me agradeceram pelas dezenas de colaborações espontâneas; ao contrário, sempre se portaram de maneira boçal e pedante.

Até Jô Soares, que, em suas entrevistas, costumava atalhar seus convidados com o clichê: “sem querer interromper, mas já interrompendo...”, nunca mais pronunciou a frase de terrível mau gosto, que feria de morte sua inteligência. No entanto, foi incapaz de me dizer um “muito obrigado” pelos e-mails que lhe mandei criticando-o pelo uso constante de uma expressão tão infeliz e pobre.

O Jornal Nacional passou a vida inteira mencionando intervalo para horário político sem nunca dizer de quantos minutos seria. Ora, tratava-se de um erro primário, cometido somente por estagiários ou amadores.

O telespectador ia para outro canal e não sabia em que momento deveria voltar para a TV Globo. Conseqüentemente, o tão consagrado noticiário arriscava-se a perder audiência.

Coincidência ou não, depois de mandar vários e-mails ao William Bonner, criticando-o veementemente, já que também é um dos redatores do JN, o Jornal Nacional passou a mencionar o tempo de intervalo de até um minuto e meio!

O Jornal da Globo cometia um erro inaceitável para o PADRÃO GLOBO DE QUALIDADE.

Quando Ana Paula Padrão era ainda sua locutora exclusiva, a abertura do noticiário sempre invocava o nome dela como se ANA PAULA fosse a “rainha da Inglaterra”.

Enviei várias mensagens a algumas pessoas da “retaguarda” do JG, inclusive ao editor-chefe, dizendo-lhes, reiteradamente, que a estrela deveria ser o Jornal da Globo e não ANA PAULA PADRÃO.

Os “caras”, absurdamente, estavam fazendo “marchandaise” da ANA PAULA. O que aconteceu depois? Ela, espertamente, com o nome lá nas alturas, divulgado por absoluta incompetência de sua chefia, rompeu o contrato com a Rede Globo de Televisão e foi ganhar muito mais no SBT.

Perdoe-me, leitor, por repetir a expressão, mas, coincidência ou não, hoje em dia o Jornal da Globo começa sem “paparicar” William Waack e Christiane Pelajo. Jamais, em tempo algum, alguém me agradeceu pelos relevantes serviços que lhes prestei, com inúmeras críticas construtivas.

PREZADO WILLIAM BONNER.

Jornal Nacional de sábado, 4 de janeiro de 2006.

Alexandre Garcia disse (pasme, leitor: para mais de 30 milhões de telespectadores!): "...amanhã TEM desafio internacional...".

Santo Deus, os editores do JN têm que voltar aos bancos escolares, urgentemente, para estudar conjugação verbal, por exemplo!

Já corrigi esse tipo de erro várias vezes e não aprendem?!

É negligência, teimosia, ignorância ou "burrice cavalar"?

Qualquer "ginasiano" sabe que o correto é: HOJE TEM, AMANHÃ TERÁ!

Já pensou se este “e-mail” caísse nas mãos dos "Marinhos", donos da Empresa Globo?

Muitas "cabeças ocas" de executivos incompetentes poderiam "rolar", não é mesmo?

Sempre criticando construtivamente.

"Zé" Carlos.

Ipiaú, BA.

PREZADO WILLIAM BONNER.

FÁTIMA BERNARDES, sua esposa, afirmou, no JN de hoje, segunda-feira, dia 23 de janeiro de 2006:

"As filas (referindo-se ao INSS) se MANTÉM...".

Como pode um erro primário e grosseiro combinar com o "padrão globo de qualidade"?!

Se fosse cometido pelo LULA, ainda se aceitaria, porque ele não se cansa de misturar singular com plural!

É a vigésima vez que corrijo erros gramaticais bobos e inconcebíveis de vocês, que continuam repetindo-os sem qualquer parcimônia!

Informe, urgentemente, aos EDITORES DO JORNAL NACIONAL, que o texto correto que deveria ter sido passado para FÁTIMA seria:

"As filas se MANTÊM...".

Como diria sabiamente o inesquecível Nélson Rodrigues, o caso ora apontado é ÓBVIO E ULULANTE, pois, desde que o mundo é mundo, PLURAL sempre combinou com PLURAL.

Elementar demais! Concorda, meu caro William?

Será que voltaram das férias cansados, já que meu "espírito santo de orelha" acabou de me “soprar” que você é um dos EDITORES do JN?!

Sempre criticando construtivamente.

"Zé" Carlos.

Ipiaú, BA.

CARO WILLIAM BONNER.

Jornal Nacional de terça-feira, dia 14 de março de 2006.

A certa altura do noticiário, um repórter, informando sobre a recuperação das armas pelo exército, afirmou:

"...HÁ CERCA DE 50 minutos...".

Informe a esse bom repórter, justiça lhe seja feita, que a expressão HÁ CERCA DE denota pobreza vocabular, além de seu emprego ser totalmente desnecessário.  Portanto, a referida frase é inócua e figura meramente decorativa. Vocês aí da Globo continuam judiando do nosso vernáculo!

Bastaria ao dito repórter dizer: “...HÁ 50 MINUTOS...”

Sempre criticando construtivamente.

"Zé" Carlos.

Ipiaú, BA.

SENHOR EDITOR-CHEFE.

Jornal da Globo de sexta-feira, dia 7 de abril de 2006.

A certa altura do noticiário, William Waack afirmou, com relação aos campeonatos de futebol, que no domingo o Brasil iria conhecer "NOVE campeões regionais".

Logo em seguida, no entanto, Christiane Pelajo disse, para perplexidade de todos os telespectadores da Rede Globo de Televisão, que, na verdade, o Brasil iria conhecer "ONZE campeões regionais".

E o pior de tudo é que os dois apresentadores não tiveram a humildade de consertar o erro antes de terminar a edição do JG.

A propósito: estavam todos dormindo, inclusive o editor-chefe Mariano Boni? Deu amnésia no “cara do ponto”?

Santo Deus, cometeram um erro primário, elementar e inadmissível. Cadê o PADRÃO GLOBO DE QUALIDADE?

Poderiam ter pedido desculpas a todo o Brasil na edição de segunda-feira, dia 10 de abril! Mas não se dignaram a fazê-lo!

Sempre criticando construtivamente.

“Zé” Carlos.

Ipiaú, BA.

CARO WILLIAM BONNER.

Jornal Nacional de sábado, dia 15 de abril de 2006.

Apesar de ter visto somente um "pedaço" deste JN (apenas o último bloco), achei dois erros graves cometidos, respectivamente, por FRANCISCO JOSÉ e "CHICO" PINHEIRO.

Afirmou FRANCISCO JOSÉ:

"AO INVÉS DE aumentar..."

A Língua Portuguesa, uma vez mais agredida e achincalhada, corrige:

"EM VEZ DE aumentar..."

Explicando melhor:

AO INVÉS DE quer dizer AO CONTRÁRIO DE, sentido em completo desacordo com o que pretendia dizer o tarimbado repórter.

Já, EM VEZ DE, significa NO LUGAR DE, que seria exatamente a reprodução fiel e verdadeira do que foi retratado pelo FRANCISCO JOSÉ.

Disse "CHICO" PINHEIRO:

"O Programa COMEÇA...", referindo-se ao Programa Esporte Espetacular de amanhã, domingo, 16 de abril.

Por favor, por caridade, pelo amor das "mãezinhas" de vocês, editores do Jornal Nacional, estão cansando "minha beleza" de tanto corrigir esse tipo de erro, relativamente à conjugação verbal.

Devem ter aprendido desde o pré-escolar (antigo Curso Primário):

COMEÇOU (ontem, passado), COMEÇA (hoje, presente) e COMEÇARÁ (amanhã, futuro).

Portanto, "CHICO" deveria afirmar, corretamente:

"O Programa COMEÇARÁ (ou VAI COMEÇAR)..."

É uma vergonha que um telespectador que nem curso universitário tem fique corrigindo as dezenas de "barbaridades gramaticais" que os editores do Jornal Nacional e do Jornal da Globo cometem com tanta freqüência!

Precisam, urgentemente, estudar gramática e, sobretudo, ler muito.

Sempre criticando construtivamente.

"Zé" Carlos.

Ipiaú, BA.

SENHOR EDITOR-CHEFE.

Jornal da Globo de segunda-feira, dia 24 de abril de 2006.

WILLIAM WAACK disse, textualmente:

"A DEVOLUÇÃO de um "Boeing" foi NEGADO..."

Atenção editores do Jornal da Globo:

O vocábulo DEVOLUÇÃO é feminino e, portanto, teria que concordar com o termo NEGADA (e não NEGADO)!

O que estou dizendo é tão óbvio que qualquer estudante do último ano do pré-escolar sabe de "cor e salteado"!

Recentemente, a atual editora-chefe do JG mandou-me um “e-mail”, informando-me que recebe todas as minhas mensagens (diga-se, críticas).

No entanto, parece-me que estou pregando no "vazio", falando para as "paredes", pois os erros continuam a acontecer, de maneira absurda e clamorosa.

Por acaso estariam tomando "aulas" de concordância com o Presidente LULA? Ele é que anda assassinando as mais elementares regras gramaticais!

Não consigo entender como no seio de uma emissora de televisão consagrada no mundo todo, que se arvora em auto-propagar-se como sendo de alto PADRÃO DE QUALIDADE, possa judiar tanto do nosso idioma.

Sempre criticando construtivamente.

"Zé" Carlos.

Ipiaú, BA.

SENHOR EDITOR-CHEFE.

Santo Deus, vocês, do JORNAL DA GLOBO, continuam cometendo erros primários, amadores, do tempo da “Pedra Lascada”.

Afinal, trata-se de PADRÃO GLOBO DE QUALIDADE ou de uma transmissão da TV “PICUMÔ?!

Ontem à noite, terça-feira, dia 16 de maio de 2006, qual fantasma vindo do além, apareceu uma repórter anotando, não se sabe o quê, antes de entrevistar o Presidente da FIESP.

Já cometeram esse tipo de erro dezenas de vezes!

Das duas, uma: ou pensam que o telespectador é idiota e burro, para acreditar nessa história de “repórter de mentirinha” fingir que está anotando alguma coisa, ou, então, alguém daí do JG dormiu o sono da eternidade quando editou a matéria. Jamais poderiam deixar passar aquela “cena” hilária da tarimbada repórter que mais parecia uma estagiária.

Acordem, criaturas!

O que anda fazendo a atual editora-chefe do Jornal da Globo?

Sempre criticando construtivamente.

“Zé” Carlos.

Ipiaú, BA.

CARO WILLIAM BONNER.

Jornal Nacional do dia 6 de setembro de 2006, quarta-feira.

Você errou, William, novamente!

E sua falha foi dupla, já que é, também, um dos editores do JN, confere?

Ao dar uma notícia sobre a Bahia, onde um pai mantinha mulher e filha em cárcere privado, o simpático locutor "inventou, fabricou" o nome de uma cidade da "boa terra" como sendo ITAPETININGA.

Confundiu "alhos com bugalhos", porque tal cidade, com o referido nome, só existe em São Paulo.

Portanto, os editores do Jornal Nacional demonstraram amadorismo e negligência ao deixarem de fazer uma simples e óbvia consulta: o CEP dos Correios.

À noite, o Jornal da Globo, ao dar a mesma notícia, de forma diligente e altamente profissional, corrigiu a besteira que o JN havia feito e pronunciou o nome correto da cidade, ou seja: ITAPETINGA.

Meus sinceros parabéns à retaguarda do JG e a todos os seus editores, que dessa vez brilharam intensamente.

Sempre criticando, e também elogiando, construtivamente. 

"Zé" Carlos.

Ipiaú, BA.

EDITORES DO JORNAL HOJE, JORNAL NACIONAL E JORNAL DA GLOBO.

Edições dos referidos noticiários de quinta-feira, 3 de abril de 2008.

Fiquei perplexo com tanta ingenuidade, insensibilidade e incompetência de vocês.

Sabiam que fizeram o “marchandise positivo” dos prováveis assassinos de ISABELA?

Até um leigo saberia que as “cartas” que leram como se fosse de autoria dos “monstros”, na verdade foram pré-fabricadas por seus espertos e anti-éticos advogados para humanizá-los diante da opinião pública brasileira.

Uma prova claríssima e incontestável? Os textos iguais dos seus respectivos desfechos.

Foram os mesmos advogados que “inventaram” a “história da chave perdida”, lembram-se?

Portanto, caíram como “patinhos” no “conto das cartas” e foram coniventes com uma “armação”  desumana e diabólica.

Deveriam ser, portanto, energicamente advertidos pela alta direção da Rede Globo de Televisão.

Espero que, finalmente, tenham aprendido com mais uma assessoria graciosa.

JOSÉ CARLOS DUTRA DO CARMO.

Funcionário aposentado da Justiça do Trabalho.

Ipiaú, BA.